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Capela da Justiça
Virtude Cardeal · 2

Justiça

Iustitia
O LIMIAR

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. — Mt 5, 6

A justiça é a maior das virtudes morais. A prudência governa, a fortaleza resiste, a temperança ordena por dentro. Mas só a justiça olha para fora de si. É a única virtude cardeal que se dirige diretamente ao outro. O prudente aperfeiçoa a própria razão. O forte aperfeiçoa a própria firmeza. O temperante aperfeiçoa o próprio domínio. O justo dá ao outro o que lhe pertence.

Josef Pieper situa: "Enquanto a prudência olha para toda a realidade existente, a justiça olha para o próximo." E precisa: "A justiça é a virtude que permite ao homem dar a cada um o que lhe é devido."

É por isso que Santo Tomás dedica à justiça o maior número de questões na Suma Teológica: sessenta e seis, contra dez da prudência, dezoito da fortaleza e trinta da temperança. Sob a justiça, ele inclui temas que normalmente não associamos a ela: a religião, a piedade filial, a gratidão, a veracidade, a afabilidade. Tudo isso é justiça, porque tudo isso é dar ao outro — a Deus, aos pais, ao próximo — o que lhe é devido.

O profeta Miqueias resume o que Deus pede ao homem com três verbos: "Pratica a justiça, ama a misericórdia, caminha humildemente com o teu Deus" (Mq 6, 8). A justiça vem primeiro.

O QUE É — E O QUE NÃO É

O que não é

A justiça não é vingança. A cultura popular confunde frequentemente "fazer justiça" com "ajustar contas." O herói que se vinga do vilão parece justo, mas a vingança é um vício, não uma virtude. A justiça dá ao outro o que lhe é devido — e o que é devido pode ser punição, sim, mas nunca crueldade, nunca desproporção, nunca prazer no sofrimento alheio. O Salmo 85 diz: "A justiça e a paz se abraçaram" (v. 11). Onde há ódio, não há justiça.

A justiça não é legalismo. Aplicar a lei ao pé da letra, sem atenção às circunstâncias, pode ser a forma mais refinada de injustiça. Santo Tomás trata disso sob o nome de epikeia (equidade): a capacidade de ver quando a lei geral não se aplica ao caso particular. O juiz que condena mecanicamente, sem olhar para a pessoa diante de si, cumpre a lei e trai a justiça. Aristóteles já tinha notado que a equidade é "uma correção da lei naquilo em que a lei falha por causa da sua generalidade."

A justiça não é rigidez. São Josemaría alertava que a justiça sem caridade vira dureza. E Santa Catarina de Sena, no Diálogo, vai mais longe: a justiça de Deus não se opõe à sua misericórdia. Deus é justo porque é misericordioso, não apesar disso. A justiça divina quer o bem do pecador, não a sua destruição.

A justiça também não é igualdade absoluta. Dar a cada um o que lhe é devido pode significar dar coisas diferentes a pessoas diferentes. O pai que dá a mesma mesada ao filho de 8 e ao de 16 anos não é justo; é preguiçoso. A justiça exige distinção: ver o que cada um precisa, o que cada um merece, o que cada situação pede.

O que é

O Catecismo define: "A justiça é a virtude moral que consiste na constante e firme vontade de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido" (n. 1807).

Santo Tomás recolhe a definição clássica do jurista romano Ulpiano: Iustitia est constans et perpetua voluntas ius suum unicuique tribuendi — a justiça é a vontade constante e perpétua de dar a cada um o seu direito. Note-se: constante e perpétua. Não é um ato isolado. É uma disposição estável. O homem justo não faz justiça de vez em quando; é justo por hábito.

A justiça exige três coisas: reconhecer o que é devido (ius), querer dar (voluntas), e dar de fato (actio). Saber o que é justo sem fazê-lo é hipocrisia. Querer fazer sem saber o que é justo é boa vontade sem direção. Fazer sem querer (por medo, por pressão) é legalidade sem virtude.

Pieper sublinha que a justiça tem a ver com dívidas: "O que alguém deve a alguém." Somos devedores. Devemos a Deus tudo o que somos. Devemos aos pais a vida que nos deram. Devemos à pátria a ordem social que nos sustenta. Devemos ao próximo a verdade, o respeito, o que prometemos. A justiça é a virtude do devedor que paga.

As formas da justiça

Santo Tomás distingue duas formas fundamentais:

Justiça comutativa: entre indivíduos. Regula as trocas, os contratos, as promessas. Quem compra deve pagar. Quem promete deve cumprir. Quem danifica deve reparar. É a justiça do "dar e receber" que sustenta toda a vida social.

Justiça distributiva: da comunidade para o indivíduo. Regula a distribuição dos bens comuns, dos cargos, dos encargos. O governante deve distribuir conforme o mérito e a necessidade, não conforme a amizade ou o interesse. O professor que favorece o aluno simpático e prejudica o antipático viola a justiça distributiva.

A ANATOMIA DA VIRTUDE

O que a justiça abrange

O alcance da justiça em Santo Tomás é muito mais vasto do que o senso comum imagina. Sob ela, organiza-se quase toda a vida moral de relação:

Religião (religio). O culto devido a Deus. Santo Tomás inclui a religião sob a justiça, e a razão é lógica: devemos a Deus tudo. A oração, o sacrifício, a adoração, o cumprimento dos preceitos da Igreja são atos de justiça — estamos pagando (imperfeitamente, porque nunca pagamos o suficiente) uma dívida ao Criador. Quem não reza, quem negligencia os sacramentos, quem trata a missa como opcional não está falhando apenas em "devoção." Está sendo injusto com Deus.

Piedade filial (pietas). O que devemos aos pais e à pátria. Os pais nos deram a vida, a educação, o sustento. Nunca pagamos essa dívida integralmente — assim como nunca pagamos a dívida com Deus. A piedade reconhece isso e responde com honra, gratidão e cuidado. O mandamento "Honra teu pai e tua mãe" (Ex 20, 12) não é sentimentalismo; é justiça.

Gratidão (gratia). Reconhecer o bem recebido e retribuí-lo. A ingratidão é injustiça: quem recebe um bem e não reconhece nega ao outro o que lhe é devido. O Padre Faus, em Tornar a Vida Amável, levanta a questão:

"Como é que agradecemos — com palavras e atitudes simpáticas — as virtudes, sacrifícios, serviços e delicadezas que familiares, colegas e amigos têm habitualmente para conosco? É impressionante a quantidade de virtudes que lembramos, com saudades, de uma pessoa que faleceu. Não seria melhor ter reconhecido esses belos valores antes de que a morte a levasse?" — Padre Faus, Tornar a Vida Amável

Veracidade (veritas). Dizer a verdade é dar ao próximo aquilo que ele tem direito de receber: uma palavra que corresponde à realidade. A mentira é injustiça, porque rouba ao outro a verdade. Santo Agostinho: "Onde não há caridade não pode haver justiça." E a veracidade é uma das primeiras expressões da caridade: quem ama, diz a verdade. Quem mente, mesmo "por bondade", trai a confiança.

Afabilidade (affabilitas). O trato amável nas relações quotidianas. Pode parecer estranho que Santo Tomás classifique a amabilidade como parte da justiça, mas a lógica é simples: devemos ao próximo um trato digno. A grosseria, a frieza, a aspereza desnecessária não são apenas falta de educação; são formas menores de injustiça. Devemos ao outro um mínimo de cordialidade humana.

Liberalidade (liberalitas). O bom uso dos bens materiais. O liberal (no sentido clássico) não é o pródigo que gasta sem critério. É o que sabe dar com generosidade onde é preciso e guardar com prudência onde convém. São Basílio Magno cortava fundo:

"O pão que sobra na tua mesa pertence ao faminto; o casaco que guardas no teu armário, ao nu; os sapatos que se estragam em tua casa, ao descalço; o dinheiro que escondes, ao necessitado." — São Basílio Magno

Não é retórica. É justiça: o supérfluo do rico é propriedade do pobre. Santo Agostinho dizia o mesmo.

Equidade (epikeia). A sabedoria de ver quando a regra geral não se aplica ao caso concreto. O legislador não pode prever todas as situações. Quando a aplicação literal da lei produziria injustiça, a equidade corrige. É a parte mais difícil da justiça, porque exige prudência refinada — e porque muitos confundem equidade com arbitrariedade.

Justiça e compreensão

O Padre Faus, em Tornar a Vida Amável, conecta justiça e compreensão de modo luminoso. Conta a cena evangélica da pecadora na casa de Simão (Lc 7, 36-50) com dois olhares contrapostos:

Simão fixa os olhos na mulher e a fulmina. Vê apenas a pecadora. Critica Jesus por deixar-se tocar: "Se este homem fosse profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que o toca."

Jesus tem outro olhar. Vê o coração arrependido, as lágrimas, o perfume, os beijos nos pés. "Os seus numerosos pecados lhe foram perdoados, porque ela demonstrou muito amor."

Faus pergunta: com que olhos olhamos? Com os de Simão — que veem o pecado e condenam? Ou com os de Cristo — que veem o arrependimento e perdoam?

"Se víssemos as pessoas como Deus as vê", observa Faus, "choraríamos de pena pelas nossas faltas de compreensão." São Josemaría aconselhava:

"Põe-te sempre nas circunstâncias do próximo: assim verás os problemas serenamente, não te desgostarás, compreenderás, desculparás." — São Josemaría Escrivá, Sulco, n. 958

A compreensão faz parte da justiça porque compreender o outro é dar-lhe o que lhe é devido: o benefício da dúvida, a escuta atenta, o olhar que procura o bem antes de apontar o mal.

Justiça e correção

Mas compreender não é tolerar tudo. O Padre Faus é claro: "Um dos aspectos mais nobres da compreensão é saber corrigir." Jesus manda: "Se o teu irmão pecar, vai ter com ele e corrige-o a sós. Se te der ouvidos, terás ganho o teu irmão" (Mt 18, 15). São Paulo: "Se alguém for surpreendido em alguma falta, admoestai-o em espírito de mansidão" (Gl 6, 1).

Quem não corrige por comodismo não é bondoso; é covarde. Faus enumera os que não sabem corrigir: o egoísta indiferente ("isso é lá com ele, eu não me meto"), o sentimental mole que tudo tolera por medo de desagradar, o irado que dá bronca na hora e confunde correção com descarga emocional. Só o coração que ama corrige bem. E a correção feita com amor é ato de justiça: dar ao outro o que ele precisa ouvir, mesmo que doa.

São Josemaría comentava: "Seria deslealdade calar-se, fingir, sorrir na cara e criticar pelas costas." Chateaubriand, quando o rei Luís XVIII insistiu em ouvir a sua opinião contrária, respondeu: "Sire, pardonnez ma fidélité" — "Senhor, perdoai a minha fidelidade."

O dom do Espírito Santo: Piedade

O dom da Piedade aperfeiçoa a justiça dando-lhe uma qualidade filial. Quem tem o dom da Piedade não vê apenas o "dever" para com Deus e o próximo; vê o Pai. Trata Deus não como credor, mas como Pai. Trata o próximo não como destinatário de obrigações, mas como irmão. A justiça manda dar o que é devido. A piedade manda dar com o coração de quem pertence à mesma família.

AS SOMBRAS

Os vícios da justiça no cotidiano

O Padre Faus, em A Conquista das Virtudes, confronta com um exame que dói: "Será que, no dia do Juízo, Cristo vai dizer que você viveu a justiça?" E lista o que ele chama de "palha combustível": maus juízos sobre os outros; difamações e calúnias; competitividade desleal no trabalho; prejuízos causados por irresponsabilidade no cumprimento do dever; faltar à palavra dada; enganar nas transações; não colaborar em nada para que cessem as injustiças sociais.

São Josemaría insistia num ponto que muitos esquecem: a justiça no trabalho. Trabalhar mal, cumprir pela metade, chegar atrasado, fazer corpo mole — tudo isso é injustiça. Quem recebe um salário e não entrega o trabalho correspondente está faltando com a justiça, não apenas com a diligência. "A melhor caridade consiste em exceder-se generosamente na justiça" (Amigos de Deus). A justiça é o mínimo; a caridade vai além. Mas quem não atinge o mínimo não pode pretender estar além.

Vícios opostos

  • O julgamento temerário — atribuir ao outro, sem provas suficientes, uma intenção má. Jesus: "Não julgueis para não serdes julgados" (Mt 7, 1). É proibição de condenar a pessoa sem conhecer o seu coração.

  • A detração e a calúnia — falar mal do próximo em sua ausência. A detração revela defeitos reais sem necessidade. A calúnia inventa defeitos que não existem. Ambas destroem a reputação, que é um bem que pertence à pessoa. Destruí-la é roubo.

  • A acepção de pessoas — tratar diferente por interesse, por simpatia, por status social. São Tiago: "Se entra na vossa assembleia um homem com anel de ouro e bem vestido, e entra também um pobre miseravelmente vestido... não estais fazendo discriminação?" (Tg 2, 2-4).

  • A ingratidão — São João Crisóstomo predicava com veemência: "Queres honrar o corpo de Cristo? Não o desprezes quando está nu. Não o honres no templo com vestes de seda enquanto o abandonas fora, onde sofre de frio e nudez." A ingratidão que honra Deus na igreja e o ignora no pobre é a mais grave das injustiças religiosas.

Justiça e caridade

Bento XVI, em Deus Caritas Est, esclarece a relação entre justiça e caridade com uma precisão que evita dois erros comuns. Primeiro erro: reduzir a caridade à justiça ("basta ser justo, não preciso ser caridoso"). A justiça é necessária mas não suficiente: há situações de sofrimento que nenhuma legislação resolve. Segundo erro: substituir a justiça pela caridade ("basta ter bom coração"). A caridade não dispensa a justiça: quem dá esmolas com dinheiro roubado não é caridoso, é hipócrita.

"A justiça é o objetivo e a medida intrínseca de toda a política. Mas a caridade sempre será necessária, mesmo na sociedade mais justa." — Bento XVI, Deus Caritas Est

A justiça prepara o terreno; a caridade o irriga.

O TESTEMUNHO
Retrato de São Luís IX

El Greco (c.1590) · Domínio público

São Luís IX
1214–1270
Balança
Santo Patrono

São Luís IX (1214–1270)

Rei de França durante quarenta e quatro anos. Comandou duas cruzadas. Construiu a Sainte-Chapelle. Administrou um reino que se estendia do Mediterrâneo ao Canal da Mancha. Mas o que o tornou santo não foram as guerras nem os monumentos.

São Luís sentava-se sob um carvalho no bosque de Vincennes para ouvir pessoalmente as queixas dos súditos mais pobres. Não delegava. Ouvia. Julgava. Decidia. Qualquer pessoa podia aproximar-se dele e apresentar a sua causa, sem intermediários, sem burocracia, sem custo.

Joinville, o cronista que o acompanhou por décadas, narra que o rei tratava os pobres com a mesma atenção que tratava os nobres. Comia com moderação. Vestia-se sem ostentação. Cuidava pessoalmente de leprosos. Lavava os pés dos pobres na Quinta-Feira Santa.

No leito de morte, em Túnis, durante a cruzada, ditou ao filho os seus últimos conselhos. Entre eles: "Sê justo com os teus súditos, sem te inclinares nem à direita nem à esquerda. Defende a causa do pobre até que a verdade se esclareça." Não é frase de manual de direito. É testamento de quem viveu o que disse.

São Luís não separava a justiça da piedade. Para ele, ser justo era consequência de ser piedoso: quem ama a Deus não pode tratar os homens injustamente. O Salmo que mais rezava era o 85: "A justiça e a paz se abraçaram."

O olhar de Cristo como modelo de justiça

Fulton Sheen correlaciona a justiça com a quarta palavra de Cristo na cruz: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?" (Mt 27, 46). Cristo, na cruz, sofre a injustiça suprema — o inocente condenado, o justo tratado como criminoso — para que a justiça divina se cumpra. É o paradoxo cristão: Deus se faz vítima da injustiça para restaurar a justiça. A cruz não é o fracasso da justiça; é o seu cumprimento por uma via que a razão humana não teria inventado.

O CAMINHO

Como crescer na justiça

Cumprir os deveres antes de exigir direitos. A justiça começa pelo que eu devo, não pelo que me devem. Santo Agostinho: "Não é tanto o que fazemos, mas o motivo pelo qual fazemos que determina a bondade ou a malícia."

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Tratar o trabalho como questão de justiça. Chegar na hora. Entregar o que se promete. Fazer bem o que se faz. São Josemaría: "A melhor caridade consiste em exceder-se generosamente na justiça."

Agradecer. Reconhecer o bem recebido, em voz alta, na hora certa. Não esperar o velório para lembrar as virtudes dos que nos rodeiam.

Corrigir com amor. Não calar por comodismo. Não explodir por irritação. Falar a verdade com mansidão, a sós, com o objetivo de ajudar. "Se o teu irmão pecar, vai ter com ele e corrige-o a sós" (Mt 18, 15).

Examinar os julgamentos. Antes de condenar alguém, perguntar: conheço as circunstâncias? Estou olhando com os olhos de Simão ou com os de Cristo? "Põe-te sempre nas circunstâncias do próximo."

Dar a Deus o que lhe é devido. Oração, sacramentos, culto, obediência. Não como extras opcionais, mas como atos de justiça ao Criador.

Exame de consciência
  1. Dei a alguém menos do que lhe era devido — em atenção, em reconhecimento, em pagamento, em verdade?

  2. Fui veraz em todas as minhas palavras, ou menti por conveniência, por medo, por preguiça?

  3. Julguei alguém sem conhecer as circunstâncias, e falei mal dessa pessoa a terceiros?

  4. Trabalho com a seriedade de quem sabe que cumprir mal uma obrigação é forma de injustiça?

  5. Prestei a Deus o culto que lhe é devido — oração, sacramentos, missa — ou tratei essas coisas como opcionais?

  6. Fui grato aos que me fizeram bem, ou recebi favores como se me fossem devidos?

  7. Corrigi quem precisava ser corrigido, ou calei por comodismo? E quando corrigi, fi-lo com mansidão ou com irritação?

Oração

Senhor, dai-me olhos para ver o que é devido a cada um e coração para cumpri-lo sem demora.

Que eu não confunda justiça com rigidez, nem misericórdia com permissividade. Que a minha justiça comece pelo que devo, não pelo que me devem. Que eu saiba agradecer antes do velório, corrigir antes do desastre, e honrar-Vos antes que o dia termine.

Como São Luís sob o carvalho, que eu dê ouvidos ao pobre e ao pequeno. Como Cristo na cruz, que eu aceite a injustiça sem perder a caridade. Como o publicano no templo, que eu peça perdão antes de julgar.

Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Iustitia est constans et perpetua voluntas ius suum unicuique tribuendi.
A justiça é a vontade constante e perpétua de dar a cada um o seu direito.
Descobre qual virtude mais precisas trabalhar.
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